Já perdoei erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis.
Já fiz coisas por impulso, já me decepcionei com pessoas que eu nunca pensei que me iriam decepcionar, mas também já decepcionei alguém.
Já abracei para proteger, já dei risada quando não podia, fiz amigos eternos, e amigos que eu nunca mais vi.
Amei e fui amada, mas também já fui rejeitada, fui amada e não amei.
Já gritei e pulei de tanta felicidade, já vivi de amor e fiz juras eternas,
Já chorei ouvindo música, já liguei só para escutar uma voz, Apaixonei-me por um sorriso e um olhar já pensei que fosse morrer de tanta saudade e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo).
"Não me prendo a nada que me defina. sou companhia, mas posso ser solidão. tranqüilidade e inconstância, pedra e coração. Sou abraços, sorrisos, ânimo, bom humor, sarcasmo, preguiça e sono. Música alta e silêncio. Serei o que você quiser, mas só quando eu quiser. Não me limito, não sou cruel comigo! Serei sempre apego pelo que vale a pena e desapego pelo que não quer valer… Suponho que me entender não é uma questão de inteligência mas sim de sentir"
Apenas desejo a tranquilidade e o descanso, que são os bens que os mais poderosos reis da terra não podem conceder a quem os não pode tomar pelas suas próprias mãos.
Invocação: "Arcanjo Miguel, Luz de Deus. Pelos raios do Sol, invoco a tua hoste divina. Protegei-me na luta pela minha sobrevivência e combatei comigo contra as ciladas dos egos demolidores. Hoste da milícia celeste, precipitai sobre mim os teus raios de luz; tornai-me invisível aos inimigos e transmutado aos desafectos, imune aos embustes e ciladas, invulnerável aos acidentes e à língua vingativa. Trazei paz ao meu dia, alegria em minha casa e harmonia entre os meus. Seja eu convosco em sintonia agora e para todo o sempre, Assim Seja"
"Nunca discutas com um idiota. Ele arrasta-te até ao nível dele... e depois ganha-te em experiência."
segunda-feira, 25 de julho de 2011
"Song dedicated to his great love Priscilla Presley"
Are you lonesome tonight, Do you miss me tonight? Are you sorry we drifted apart? Does your memory stray to a brighter sunny day, When I kissed you and called you sweetheart?
Do the chairs in your parlor seem empty and bare? Do you gaze at your doorstep and picture me there? Is your heart filled with pain, shall I come back again? Tell me dear, are you lonesome tonight?
I wonder if you’re lonesome tonight You know someone said that the world’s a stage And each must play a part. Fate had me playing in love with you as my sweetheart. Act one was when we met, I loved you at first glance You read your line so cleverly and never missed a cue Then came act two, you seemed to change, you acted strange And why I’ll never know. Honey, you lied when you said you loved me And I had no cause to doubt you. But I’d rather go on hearing your lies Than go on living without you. Now the stage is bare and I’m standing there With emptiness all around And if you won’t come back to me Then they can bring the curtain down.
Is your heart filled with pain, shall I come back again? Tell me dear, are you lonesome tonight?
Que eu me permita olhar e escutar e sonhar mais. Falar menos. Chorar menos. Ver nos olhos de quem me vê a admiração que eles me têm e não a inveja que prepotentemente penso que têm. Escutar com meus ouvidos atentos e minha boca estática, as palavras que se fazem gestos e os gestos que se fazem palavras. Permitir sempre escutar aquilo que eu não tenho me permitido escutar. Saber realizar os sonhos que nascem em mim e por mim e comigo morrem por eu não os saber sonhar. Então, que eu possa viver os sonhos possíveis e os impossíveis; aqueles que morrem e ressuscitam a cada novo fruto, a cada nova flor, a cada novo calor, a cada nova geada, a cada novo dia. Que eu possa sonhar o ar, sonhar o mar, sonhar o amar, sonhar o amalgamar. Que eu me permita o silêncio das formas, dos movimentos, do impossível, da imensidão de toda profundeza. Que eu possa substituir minhas palavras pelo toque, pelo sentir, pelo compreender, pelo segredo das coisas mais raras, pela oração mental (aquela que a alma cria e que só ela, alma, ouve e só ela, alma, responde). Que eu saiba dimensionar o calor, experimentar a forma, vislumbrar as curvas, desenhar as rectas e aprender o sabor da exuberância que se mostra nas pequenas manifestações da vida. Que eu saiba reproduzir na alma a imagem que entra pelos meus olhos fazendo-me parte suprema da natureza, criando-me e recriando-me a cada instante. Que eu possa chorar menos de tristeza e mais de contentamentos. Que meu choro não seja em vão, que em vão não sejam minhas dúvidas. Que eu saiba perder meus caminhos mas saiba recuperar meus destinos com dignidade. Que eu não tenha medo de nada, principalmente de mim mesmo: - Que eu não tenha medo de meus medos! Que eu adormeça toda vez que for derramar lágrimas inúteis, e desperte com o coração cheio de esperanças. Que eu faça de mim um homem sereno dentro de minha própria turbulência,sábio dentro de meus limites pequenos e inexatos, humilde diante de minhas grandezas tolas e ingênuas (que eu me mostre o quanto são pequenas as minhas grandezas e o quanto é valiosa a minha pequenez). Que eu me permita ser mãe, ser pai, e, se for preciso, ser órfão. Permita-me eu ensinar o pouco que sei e aprender o muito que não sei, traduzir o que os mestres ensinaram e compreender a alegria com que os simples traduzem suas experiências; respeitar incondicionalmente o ser;o ser por si só, por mais nada que possa ter além de sua essência, auxiliar a solidão de quem chegou, render-me ao motivo de quem partiu e aceitar a saudade de quem ficou. Que eu possa amar e ser amado. Que eu possa amar mesmo sem ser amado, fazer gentilezas quando recebo carinhos; fazer carinhos mesmo quando não recebo gentilezas. Que eu jamais fique só, mesmo quando eu me queira só